Sobre a Observiqo
Defesa é trabalho constante, não um projeto que termina.
Começamos em 2016 atendendo empresas que já tinham sido atacadas e não sabiam por onde recomeçar. De lá para cá, aprendemos que o valor está menos na ferramenta e mais na disciplina de acompanhar o ambiente todos os dias — e em registrar cada aprendizado para que ele não se perca.
De onde viemos
A Observiqo nasceu do trabalho de dois analistas que passavam mais tempo apagando incêndio do que prevenindo. A conclusão foi simples e incômoda: quase todo incidente que atenderam poderia ter sido evitado com atenção regular a sinais que já estavam ali, ignorados por falta de gente para olhar.
Montamos a operação em torno dessa ideia. Um centro de operações que observa, um método de resposta ensaiado e uma biblioteca onde o conhecimento fica documentado — para o cliente, para o time e para quem estuda a área. O que aplicamos em campo, escrevemos. O que escrevemos, revisamos quando a realidade muda.
Hoje atendemos operações de tecnologia, saúde e serviços financeiros a partir de São Paulo. O tamanho da equipe cresceu, o princípio não: segurança se sustenta na rotina, não no susto.
O que nos guia
Preferimos explicar uma decisão difícil a esconder um problema. A clareza é o que sustenta a confiança de longo prazo.
Princípios de trabalho
Quatro compromissos que orientam cada contrato e cada linha publicada na biblioteca.
Diagnóstico antes de proposta
Nenhuma recomendação sai antes de entendermos o ambiente real. Vender defesa que não cabe na operação do cliente é desperdício dos dois lados.
Resposta ensaiada
Um plano de incidente só vale se foi testado fora da crise. Ensaiamos cenários com o time do cliente até que a reação vire memória muscular.
Registro de tudo
Cada análise, cada alerta e cada decisão ficam registrados. Isso protege o cliente em auditorias e alimenta a biblioteca que mantemos aberta.
Autonomia do cliente
Nosso objetivo não é criar dependência. Formamos o time interno para que ele reconheça e conduza cada vez mais situações sozinho.
Quem conduz
Uma equipe pequena e sênior, organizada em torno das operações que atende — não de cargos.
Rafael Marques
Direção de operações
Coordena o centro de monitoramento e a triagem de incidentes desde a fundação.
Carolina Bastos
Resposta a incidentes
Lidera contenção e perícia digital em casos de comprometimento de rede.
Tiago Ferraz
Segurança ofensiva
Conduz testes de intrusão e a curadoria dos guias de ataque da biblioteca.
Letícia Nogueira
Governança e LGPD
Traduz exigências legais em rotinas práticas para os times de tecnologia.
Quer conhecer como trabalhamos na prática?
Marque uma conversa e mostramos, com exemplos reais e sem apresentação genérica, como conduzimos uma operação de defesa.
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